quarta-feira, 30 de março de 2011

Liberdade


Porque as vezes é tão difícil de perceber que somos livres?
Livres em nossas escolhas, livres em nossas decisões, livres em nossas vidas, simplesmente LIVRES!
Olhar para o horizonte, ver um pássaro voar e dizer "Eu queria saber voar"...

Ora, você sabe voar!

Vai em frente, voe.

Sinta como é bom andar sem rumo e sem destino por alguns instantes, deixando apenas que o vento te leve e te traga, mas se o instante passar e você continuar sem rumo, então você não está livre: está perdido.
Está em falta e a falta é a morte da esperança.
Quem é livre também espera e também sente falta, mas sente menos do que quem é perdido.

Pois quem está perdido sente constantemente a vontade de encontrar algo e a liberdade te faz encontrar a si mesmo e tudo o que precisa pra estar bem, embora não sempre o tenha.
Se você olhar pra trás e ver quanto tempo perdeu tentando demonstrar algo e ainda assim não conseguiu então é a hora.
Solte-se, loose yourself!

Sinta o cheiro de tranqüilidade numa manhã de domingo, a brisa do mar, contemple o céu, fique só, fique acompanhado, beije, ame, viva, viva, viva muito!

Você é livre!

Por Anderson Demisom

quarta-feira, 23 de março de 2011

ELE


O corpo quase escultural
Emana o prazer do ser
O cheiro do estar
Que se mistura com o tudo do isso
Sabe ser como ninguém
Reconhece o alguém
Sua melanina traduz a cor
Pequenos rasgos de fundo branco
Traz a tona o seu castanho negro
Com sorriso largo mundo branco
Fabricado pela natureza do embrião mãe
Com as marcas da vida
Tatuada sobre a pele cicatriz
Com as mãos de contraste
O toque de desejo
Paixão pela carne
Respiração ofegante
Toque suave
De tão quente chega a ser ardente
O consorte de coração roubado


domingo, 20 de março de 2011

O estado do meu eu



Ando por ai observando demais o que não vejo

Buscando por um alguém que não seja eu

Mas que seja um alguém como o alguém que um dia fui eu

Que saiba ser o meu eu mesmo

Para que eu possa ser eu outra vez .

sábado, 19 de março de 2011

A cura


Quero eu morrer de amor

Afogada em um copo de vódica barato

Em plena madrugada

Sentada em uma mesa quadrada

De um botequim qual quer

De uma esquina não muito movimentada

Para que o copo seja a minha ultima cartada

Para fazer o coração para de doer

Menina Moça


O fogo da barra da saia da menina a torna mulher

Quando chega o seu tempo

Tudo tem sua hora

O dia pode não ser de núpcias

Mas lhe ficara lembrado

Como um santo dia de gloria

Conhecera ao imaginário

Provara da dor delirante

De se torna o mesmo alguém

Um pouco mais empolgante

Frustrações agora lhe serão constantes

Alegrias maquiadas com blache

E boca não mais rosada

Mais sim com vermelhos vibrantes

Suas paixões transformadas em amor

E o seu grande amor em um alguém

Que tal vez um dia

Se torne real e lhe faça bem