segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Confesso
















Desejo-te no mais profundo de minha alma 
Que sejas feliz
Que no lugar de salgadas gotas
Brotem  sorrisos  largos e sincero.
Por tempos acredite
Mais não o fiz .
Desejei  a  sensação 
Prolonguei a vontade
Matei o ato mais bonito
Quase casei  com o infinito
Mais já mais o matei
Guardado a mil chaves
Escondido por debaixo de marcaras e fazes
Ei de morar aqui
Para sempre
Aquilo que um dia 
Chamei de amor 


sábado, 19 de novembro de 2011

Eficaz a ponto de ser Necessário


Eis que me alimenta o corpo
Cativa a alma
Abre portas
Venda olhos
Cala bocas
Abre mentes
Descostura bordados
E faz chover 
Necta e amor
Simples e eficaz
Raro e quase sempre perfeito
Eis de ser chamado de beijo
Este ato tão pouco comum

Fatos . . .


Há tempos em que o peito dói

Ao ouvir o que não se deseja

Há momentos que lagrimas derramam dos olhos

Quando se devia ter frieza

Há dias que sentimos medo

Logo quando devíamos é ter coragem

Para lutar com unhas e dentes

Há horas que desistimos de algo

Sem nem mesmo começar a tentar

Existem coisas que passam

Pode demorar e ate marcar

Mas sempre passam

E outras que simples mente terminamos

Mas que nuca passam nem perto de começa.